Casos sensíveis exigem respostas para perguntas básicas: quem acessou, o que mudou e quando a decisão foi registrada. Uma trilha de auditoria organiza essas evidências.
Na ZELA, eventos relevantes podem ser encadeados por hashes. Se um registro anterior for alterado fora do fluxo esperado, a cadeia deixa de coincidir, tornando a mudança detectável.
Esse controle não impede todos os riscos sozinho. Ele deve funcionar ao lado de perfis de acesso, revisão periódica de usuários e segregação das responsabilidades.
Auditoria útil é aquela que apoia investigação de incidentes e prestação de contas sem ampliar desnecessariamente o acesso ao conteúdo do relato.
